domingo, 27 de março de 2011

EXTREMO SUL DE PORTO ALEGRE (Belém Novo, Chapéu do Sol, Ponta Grossa, Lami, Hípica e Av. Juca Batista) TAMBÉM PRECISA DE CICLOVIAS.

Segundo notícias publicadas através dos meios de comunicações após o atropelamento coletivo de ciclistas no mês de fevereiro do corrente ano na capital dos gaúchos, a Prefeitura de Porto Alegre afirma que esta preparando o lançamento de uma campanha de conscientização aos motoristas, como também promete uma maior fiscalização e proteção aos ciclistas.

Esperamos que, desta vez as promessas das autoridades municipais não sejam passageiras e que efetivamente saiam do papel. Aliás, o que não é comum no Brasil, visto que nos acontecimentos de repercussão nacional ou internacional como foi o caso antes citado, normalmente os fatos logo são esquecidos, ficando apenas no campo das promessas.



Porém, diante de tanta polêmica entre ciclistas, motoristas e autoridades municipais, e como normalmente apenas enxergo pelo lado dos motoristas, resolvi verificar “in loco” neste final de semana o que estava acontecendo com os ciclistas nas ruas do Extremo Sul de Porto Alegre, região que resido aproximadamente 48 anos.




O passeio ciclístico quase foi um suicídio ou quem sabe um homicídio. Nos primeiros quinze minutos de passeio ciclístico, com deslocamento pela Estrada Juca Batista, sentido bairro/centro, por pouco na morri atropelado e/ou do coração. As dificuldades foram enormes, ruas sem acostamentos em sem condições de circulação de ciclistas e de pedestres, o mato tomando conta da estrada, motoristas buzinando e tirando fininho da bicicleta mesmo em lugares que poderiam passar distante, outros gritando e me ofendendo, aliás, até agora não sei os motivos de tanta agressividade.



Mas para não ficar dúvida ou má impressão do que presenciei no sábado pela manhã, resolvi passear de bicicleta novamente no domingo. Desta vez, desloquei de Belém Novo em direção ao bairro Restinga utilizando a Rua Francisca de Oliveira Vieira. Lamentavelmente, as coisas se repetiram e em alguns trechos foram até pior do que no dia anterior.



Entretanto, nem tudo foi decepção, pois, chegando no bairro Restinga realmente tive uma surpresa muito agradável. Em vários locais existem ciclovias. Que tranqüilidade passear em uma ciclovia, foi muito bom, muito tranqüilo, sem brigas, sem sustos, etc., etc. Mas, é claro, se não fossem alguns motoristas sem educação que estacionaram seus veículos sobre as ciclovias forçando, mais uma vez os pedestres e ciclistas correrem risco de morte em vias movimentadas.



Depois do que vi, assisti e sofri no sábado e no domingo, no caminho de regresso para casa muito me questionei sobre o ocorrido no final de semana, e não poderia chegar a outra conclusão que não fosse, a seguinte: Os bairros do Extremo Sul também precisam de ciclovias urgentemente.


Sendo assim, tomei a seguinte decisão, a partir de hoje começo uma campanha junto a população e aos órgãos públicos objetivando a construção de ciclovias nos bairros do Extremo Sul de Porto Alegre, ou melhor, precisamos de ciclovias na Estrada Juca Batista, no Centro de Belém Novo, na Estrada Francisca de Oliveira Vieira, na Avenida do Lami e na Estrada da Ponta Grossa. Aguardo sugestões e a participação de outros ciclistas, mesmo aqueles de final de semana como eu..

sexta-feira, 25 de março de 2011

Festa da Campeã - Fotos







Restinga, campeã do Carnaval 2011 de Porto Alegre

O Público volta ao Porto Seco para o Desfile das Campeãs. A Estado Maior da Restinga levantou o público no desfile das campeãs no Complexo Cultural do Porto Seco. O enredo "A Restinga Multiracial Celebra a África de Mandela na Festa do Carnaval" estava na boca das pessoas. A restinga veio com fantasias bonitas, altas e muitas plumas. Houve uma grande harmonia de cores entre comissão de frente, porta-estandarte e ala das baianas, além de ter todos da organização também fantasiados. A bateria fez várias coreografias antes de entrar no recuo e deu um show.

Na madrugada de domingo (06.03.11), O Estado Maior da Restinga encerrou os desfile das escolas do grupo especial do Carnaval 2011 Porto Alegre. A escola contou com 2 mil integrantes, quatro carros e na comissão de frente uma encenação representada por bravos guerreiros zulus, que lutaram pela soberania das tradições africanas. Junto dos zulus, uma passista representava o diamante africano. O enredo apresentado foi “A Restinga Multiracial celebra a África de Mandela na festa do Carnaval”.

A Sociedade Recreativa e Beneficente Estado Maior da Restinga foi fundada em 20 de março de 1977. Suas cores são o verde, o vermelho e o branco e seu símbolo é um cisne branco. Desfilou pela primeira vez em 1979 e conquistou seu primeiro título em 1982. Localizada no Extremo Sul da Capital gaúcha, na estrada João Antônio Silveira, a escola preserva suas raízes. A maior parte de seus integrantes são moradores dos bairros Restinga Velha, Restinga Nova e Vila Nova. Os principais títulos da escola são: campeã da Categoria-Especial em 1987, 1991, 1992, 1994, 1999, 2005, 2006, e campeã do Grupo-II (A) em 1982 e 2004.